A disparada do diesel, no maior nível desde 1994, aumenta as preocupações com a inflação global por seu impacto sobre custos de fretes, alimentos e transportes.
Nos EUA, o governo avalia restringir exportações do combustível para ampliar a oferta interna. Analistas alertam, porém, que a medida seria paliativa e não resolveria pressões provocadas pelo petróleo e por choques de oferta.
No Brasil, o impacto tende a chegar mais lentamente ao consumidor. Segundo a Abicom, o diesel doméstico está cerca de 80% abaixo das referências internacionais devido à atuação do governo e aos subsídios.