As ações da Meta avançaram 12% após o lançamento do Muse, agente de inteligência artificial capaz de executar tarefas na internet, como cancelar assinaturas e contratar serviços em nome dos usuários.
A ferramenta busca concentrar interações que hoje exigem acesso a diferentes aplicativos e sites, ampliando a automação e reduzindo a necessidade de intermediários nas atividades digitais.
O avanço provocou reação de outras empresas de tecnologia. Segundo Bernardo Pascowitch, a Amazon teria restringido o acesso do Muse à sua plataforma, em uma tentativa de limitar o crescimento de um potencial concorrente.