Gilmar Mendes manteve nesta terça-feira (29) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Danielle da Nóbrega, ex-assessora de Flávio Bolsonaro. A medida foi autorizada em uma ação cível por improbidade administrativa que não tem o senador como alvo.
Para o ministro, o pedido do Ministério Público do Rio se apoia em elementos independentes, incluindo indícios de que Danielle não exercia suas funções na Assembleia Legislativa e dados sobre a atuação de Fabrício Queiroz.
A defesa de Danielle alegou que a ação usou provas invalidadas pelo STF em uma investigação criminal anterior. Flávio foi denunciado naquele caso, mas a denúncia foi rejeitada em 2022 sem julgamento sobre a existência da suposta “rachadinha”.